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quinta-feira, 20 de agosto de 2020
Greve dos Correios
Coronavirus
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Pesquisadores já têm certeza que o agravamento da crise de contaminação no Brasil é devida à ação da nova variante P1.
Setenta e sete por cento dos 26 estados, e o DF, estão com mais de 80% dos leitos de UTI ocupados. Outros seis, em amarelo, passam dos 70% de ocupação.
Praticamente todos os estados brasileiros receberam pacientes de Manaus, no colapso de janeiro, e muitos doentes estavam contaminados com a variante P1, que é mais transmissível.
Mas, pesquisadores ainda não sabem dizer se esta fase caótica nacional é culpa da nova variante, que, com certeza foi definitiva para o agravamento da crise. Entretanto, o que os especialista já sabem do poder de infecção dessa nova variante, a chamada P1? (Saiba clicando aqui).
Minas Gerais
Em Minas Gerais, quase 74% dos leitos de UTI estão ocupados. A situação mais crítica ainda é no Triangulo Mineiro. Na quarta-feira (03) o governo de Minas instituiu a onda rocha, que vai deixar cidades do Triângulo Norte e também do Noroeste em lockdow, com fechamento total da 20h às 5h.
Anvisa interrompe estudos da vacina Coronavac após detectar a ocorrência de 'evento adverso grave'
Fez água? Governador de S. Paulo João Dória havia anunciado dia 9 de novembro 120 mil doses da Coronavac
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária não informou qual evento seria, ms em nota, publicou que suspendeu os estudos clínicos da chinesa Coronavac, uma das que estão em estudo no Brasil contra o novo coronavírus.
A suspensão ocorreu por causa de um “evento adverso grave” ocorrido e esse tipo de fenônemo pode ser desde a internação de um voluntário até a sua morte.
De acordo com a Anvisa, esse evento adverso ocorreu em 29 de outubro e, no momento, a agência reguladora vai analisar os dados observados até agora e julgar sobre o risco/benefício da continuidade do estudo.
Esse tipo de interrupção, segundo a Anvisa, é parte dos procedimentos de "Boas Práticas Clínicas" para estudos desenvolvidos no Brasil. “Com a interrupção do estudo, nenhum novo voluntário poderá ser vacinado. A Anvisa reitera que, segundo regulamentos nacionais e internacionais de 'Boas Práticas Clínicas', os dados sobre voluntários de pesquisas clínicas devem ser mantidos em sigilo, em conformidade com princípios de confidencialidade, dignidade humana e proteção dos participantes”, acrescentou a agência, em nota.
A Coronavac está sendo desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. Dez dias antes do “evento adverso grave” ser registrado, ela foi considerada a vacina mais segura dentre todas as testadas pelo diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas.
Na segunda-feira (9 de novembro), o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou que o primeiro lote do imunizante, contendo 120 mil dosagens, chegaria no estado até o dia 20 de novembro. Esta divulgação de intenção, então, caiu por terra e a Coronavac, por ora, vai para esperar no estaleiro.--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Minas Gerais tem 99% do municípios atingidos pelo coronavirus
Minas Gerais tem 99% do municípios atingidos pelo coronavirus
Minas Gerais é o quarto maior estado do Brasil com 586.528 km2, o equivalente ao território toal de Madagáscar, país insular no Oceano Índico, que ocupa a maior ilha do continente africano, situada na costa sudeste da África, antiga República Malgaxe.
"Isso, então, não dá para dizer com certeza que as pessoas eliminem completamente o vírus rapidamente. Por isso, os cuidados. A pessoa que teve a infecção, teve seu exame positivo, ela tem que ser acompanhada, do ponto de vista do desaparecimento dos sintomas e permanecer ainda em isolamento, pelo menos por um tempo razoável, até ter certeza que ela não vai transmitir nenhum vírus", emendou o diretor.
Pacientes assintomáticos da Covid-19 são responsáveis por 60% do casos de contaminação afirma UFMG
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Municípios de Minas Gerais e Piauí são campeões na derrubada da Mata Atlântica
sexta-feira, 14 de agosto de 2020
Pandemia
Auxílio emergencial chamado tecnicamente de Corona-vaucher oxigena pulmão político de Bolsonaro para disputar reeleição em 2022
Segundo analistas, o presidente ganha com o benefício pandemia de de R$ 600, mas precisa consolidar apoio
No início seria R$ 200,00, se dependesse do governo federal. A Câmara dos deputados tratou de majorar o chamado Corona-vaucher, popularmente alcunhado de auxílio emergencial formatado à revelia do Palácio do Planalto, e os R$ 600 apareceram ao presidente Jair Bolsonaro como um respiro entre crises sucessivas.
Segundo especialistas, o benefício durante a pandemia do coronavírus ajudou a melhorar a imagem do chefe do Executivo, principalmente entre os mais pobres. 2021 com o mesmo capital político.
"O auxílio emergencial está permitindo uma estabilidade e, especialmente no Nordeste, um crescimento. Mas não podemos dizer, neste instante, que o crescimento é consistente, isto é, que a aprovação vai superar a reprovação. Ainda é cedo", frisou Adriano Oliveira, cientista político e professor da Universidade Federal de Pernambuco.
Bolsonaro perdeu no Nordeste, em 2018, aliás, a única região do País que fracassou no segundo turno. Exatamente para a região mais carente do Brasil ele já está direcionando sua agenda, cuja mostra é extremamente eleitoreira. O presidente já disse que concorrerá à reeleição e sua moeda de troca já é o auxílio emergencial com outro benefício social mais encorpado.
"Só vai haver ganhos para 2022 se tiver continuidade. Se ficar até dezembro, voltamos para os parâmetros anteriores. À medida que o benefício é retirado, a avaliação pode flutuar", ponderou Ricardo Ismael, cientista político e professor da PUC Rio. "Bolsonaro ainda tem rejeição no Nordeste, região ligada ao PT, grata ao ex-presidente Lula. Mas ele começa a falar para esse eleitor."
No início de agosto, Bolsonaro afirmou que "não dá para continuar muito" a liberar o auxílio emergencial de R$ 600 a trabalhadores informais por causa do impacto da medida na economia, que, segundo ele, representa R$ 50 bilhões mensais. "Começou a pagar a quarta parcela (do auxílio emergencial) e depois tem a quinta. Não dá para continuar muito porque por mês custa R$ 50 bilhões. A economia tem que continuar. E alguns governadores teimam ainda em manter tudo fechado", disse Bolsonaro a apoiadores, cometendo erro de concordância verbal, na saída do Palácio da Alvorada.
O governo estuda estender o auxílio emergencial, destinado a trabalhadores informais, desempregados e beneficiários do Bolsa Família, até o fim de 2020. Os estudos governamentais para prorrogação do auxílio até dezembro dão sentido às análises. A, talvez, substituição do benefício emergencial por um novo programa social, batizado de "Renda Brasil", é um grande "nó" no governo. Há dúvidas sobre a possibilidade de o programa pretendido como substituto do Bolsa Família sair do papel até o fim do ano.
A transição do auxílio emergencial para o novo programa pode ser determinante para o presidente que lida com crises política, econômica e sanitária, sem poder comemorar resultados fortemente positivos, principalmente na economia.
Coordenador do Núcleo de Estudos Sociopolíticos da PUC-MG, Robson Sávio Reis Souza avalia que, "o presidente pode ser ajudado por um sentimento de gratidão à autorização do auxílio, estimulado entre os mais empobrecidos também pelo segmento dos neopentecostais. É um fato importante a ser considerado. Um outro é que o governo quer mudar não somente o nome do Bolsa Família, mas agregar outras políticas ao novo benefício. Não diria que teremos uma mudança completa no perfil do eleitorado, de lulista para bolsonarista, mas podem significar a construção de uma base para o presidente nos segmentos mais pobres", disse o professor.
E os políticos, o que dizem?
Adversário de Bolsonaro, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), vê melhora na aprovação do presidente em sua região, mas a classifica como momentânea. Bolsonaro enfrenta legados de programas assistenciais do ex-presidente Lula na região e dificuldades para imprimir um ritmo próprio. "Tinha muita coisa, como PAC, Minha Casa Minha Vida, Luz Para Todos, institutos federais, Prouni. Até agora, Bolsonaro tem um auxílio emergencial temporário. Eu diria que (a melhora na aprovação) é uma situação momentânea. Muito provavelmente ele deve tentar algum tipo de prorrogação. Mesmo com essa perenização, não é suficiente", disse o governador.
Na proposta original do governo, o auxílio seria de R$ 200, valor três vezes menor que o aprovado pelo Congresso. Mas é Bolsonaro quem capitaliza com a medida, que custa R$ 51 bilhões mensais. "Claro que foi o Congresso (o responsável pelo auxílio), mas o presidente tinha o poder de vetar e não vetou", defendeu o deputado Júlio Cesar (PSD-PI), coordenador da bancada nordestina.
Já para o deputado Raul Henry (MDB-PE), a estratégia do presidente pode ser frágil, uma vez que não ataca problemas mais profundos. "Defendo que o Brasil tenha um programa de enfrentamento à pobreza, mais amplo que o Bolsa Família, mas que caiba nas contas. Lamento que essa aproximação se deu apenas em termos das consequências de um auxílio emergencial. Precisava ter uma política estruturante para o Nordeste", afirmou.
fim desta matéria
sexta-feira, 7 de agosto de 2020
Calendário Eleitoral para as eleições municipais de 2020
Calendário eleitoral alterado já está à disposição
O Congresso Nacional aprovou proposta de emenda à Constituição (PEC) que altera as datas do calendário eleitoral deste ano em razão da pandemia do novo coronavírus.
O calendário regular, definido pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em dezembro de 2019, previa o primeiro turno em 4 de outubro e o segundo, em 25 de outubro. A PEC aprovada pelo Congresso adia o primeiro turno para 15 de novembro, e o segundo, para 29 de novembro.
Agora as datas do novo calendário eleitoral deste ano ficaram assim:
A partir de 11 de agosto (terça-feira), emissoras de rádio e televisão ficam proibidas de transmitir programa apresentado ou comentado por pré-candidato, sob pena de cancelamento do registro do beneficiário;
De 31 de agosto a 16 de setembro, transcorre o período destinado às convenções partidárias e à definição sobre coligações;
O dia 26 de setembro está reservado para registro das candidaturas e a partir deste (de 26 de setembro) está valendo o prazo para que a Justiça Eleitoral convoque partidos e representação das emissoras de rádio e TV para elaborarem plano de mídia;
Da mesma forma, após 26 de setembro inicia-se a propaganda eleitoral, também na internet;
O dia 27 de outubro é a data para partidos políticos, coligações e candidatos divulgarem relatório discriminando as transferências do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (Fundo Eleitoral), os recursos em dinheiro e os estimáveis em dinheiro recebidos, bem como os gastos realizados;
No dia 15 de novembro ocorre o primeiro turno da eleição e em 29 de novembro, o segundo turno da eleição, para cidades com mais de 200 mil eleitores. (veja lista das 95 cidades brasileiras que poderão haver segundo turno)
Até 15 de dezembro é o limite para o encaminhamento à Justiça Eleitoral do conjunto das prestações de contas de campanha dos candidatos e dos partidos políticos, relativamente ao primeiro turno e, onde houver, ao segundo turno das eleições;
Até 18 de dezembro será realizada a diplomação dos candidatos eleitos em todo o país, salvo nas localidades onde as eleições, excepcionalmente, ainda não tiverem sido realizadas.






