Cidades

Circulando! Prefeitura proíbe cidadão de parar, sentar e deitar no centro da cidade 


Lugares onde ninguém mora no Brasil aparecem no dados do Censo 

Informações inéditas localizam a população de forma mais precisa e ajudam a embasar políticas públicas, diz IBGE.

Para contar os 203,1 milhões de habitantes do Brasil, as equipes do Censo Demográfico do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) percorreram todas as regiões do país e fizeram entrevistas em 111,1 milhões de endereços. Enquanto o Sudeste é a região mais povoada, o mapa também revela áreas onde não há ocupação, concentradas no Norte, especialmente no oeste de Roraima e em grande parte do Amazonas.

É o que revelam as coordenadas geográficas do Censo, divulgadas nesta sexta-feira (2). As informações partem de microdados coletados em cada endereço visitado pelos recenseadores.

Esta é a primeira vez que o Censo tem seu cadastro de endereços totalmente referenciado geograficamente. A imensa maioria das localidades foi verificada, enquanto 747 mil endereços (0,7% do total) tiveram suas coordenadas estimadas a partir de correções de dados e informações de levantamentos anteriores.

Essas informações, segundo os técnicos do IBGE, servem para responder a questionamentos sobre onde está a população brasileira, agora de forma mais precisa, e para embasar políticas públicas.

As coordenadas geográficas proporcionaram um avanço no detalhamento do local em relação às grades estatísticas, por exemplo. Introduzidas no Censo Demográfico de 2010, as grades chegavam a células com 200 metros na área urbana e 1 km na área rural e permitiam a visualização de grupos de domicílios e estabelecimentos. As coordenadas, por sua vez, conseguem diferenciar cada endereço de uma rua.

Cada coordenada geográfica corresponde a um endereço visitado pelos agentes responsáveis pelo recenseamento, que pode ser um domicílio ou estabelecimento —comercial, religioso, de saúde ou de educação, por exemplo.

Partes da Serra da Cantareira, em São Paulo, por exemplo, não têm nenhum morador, já que são cobertas por floresta ou água.

Essas informações, quando cruzadas ao levantamento de população, revelam curiosidades como as 18 cidades que tinham, em 2022, mais domicílios do que habitantes, como Matinhos (PR) e Mangaratiba (RJ), que ficam muito mais cheios aos fins de semana e durante as férias. O município que encabeça essa lista é Arroio do Sal, no litoral norte do Rio Grande do Sul, com 11,1 mil habitantes e 18,9 mil domicílios.

 

Os dados também permitem traçar a relação entre o número de estabelecimentos e o número de moradores de determinada cidade. São José do Ribamar (a 30 km de São Luís), no Maranhão, tinha no ano passado a menor presença de estabelecimentos de saúde do país: 1 endereço do tipo para cada grupo de 3.176 habitantes.

Embu das Artes, na Grande São Paulo, vem logo em seguida, com 1 estabelecimento de saúde para cada 3.020 pessoas. Em relação a estabelecimentos religiosos, o destaque fica com cidades da região metropolitana do Rio de Janeiro, como Itaboraí (a 52 km da capital fluminense), onde os dados Censo 2022 indicam que há 1 endereço religioso para cada grupo de 157 pessoas —é a maior presença desse tipo de estabelecimento entre os municípios com mais de 200 mil habitantes.

Critérios próprios do IBGE

É importante ressaltar que esses dados não têm relação com os cadastros dos ministérios da Saúde ou da Educação. Os critérios de classificação do IBGE são próprios —estabelecimentos de saúde, por exemplo, incluem hospitais, postos de saúde e outras unidades de atendimento, públicas ou privadas, com exceção de consultórios médicos.

"Por ser um microdado, permite a análise a um nível muito detalhado", disse Eduardo Luís Teixeira Baptista, gerente do Cadastro de Endereços do IBGE, durante a apresentação do material à imprensa.

Um exemplo é a sobreposição dos dados coletados por recenseadores em cada domicílio da Vila Sahy, a área mais atingida pelo temporal que deixou 64 mortos em São Sebastião (SP) no ano passado, com as informações de um mapeamento da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), empresa pública vinculada ao Ministério de Minas e Energia.

Esse cruzamento de dados, segundo o IBGE, indica 144 domicílios localizados na área de médio risco e 199 domicílios na área de risco alto. O mesmo uso vale para identificar a distância de domicílios de estações de metrô e equipamentos e serviços públicos diversos, dizem os técnicos.

1.     

Pará é o estado com maior percentual de população que se declara parda, com 69,9%; na foto, homem limpa caixa usada no transporte de pescado Lalo de

O censo ainda não soltou a taxa de natalidade, quantos filhos por mulher, revisão do encolhimento populacional, mas divulgou esse tipo de informação inútil?

Tbm cm noventa por cento da arrecadação anual de cem bi de royalties do petróleo e de sessenta por cento dos quinhentos bi anuais ficam cm o sudeste, quem vai ficar os sertões, as receitas está lá cinquenta por cento do pib, melhor engrossar pobreza na periferia do sudeste q viver isolado. Federação manca por que as elites querem assim, violência, miséria, falta de oportunidades não atingem eles, sempre tem um carguinho, um contratinho, seja cm direita ou esquerda.



Saiba quais são as cidades que compõem o Sudeste de Minas Gerais (Ubá + 93 cidades), região onde se localiza a Zona da Mata Mineira. Clique Aqui.


Ubá 166 anos

A densidade demográfica de Ubá é a 33ª no estado e a 310ª no Brasil

Censo 2023 de Ubá

 

A população da cidade de Ubá (MG) chegou a 103.365 pessoas no Censo de 2022, o que representa um aumento de 1,82% em comparação com o Censo de 2010. Os resultados foram divulgados nesta quarta-feira (28 de junho de 2023) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


Os dados do Censo também revelam que a população do Brasil é de 203.062.512, um aumento de 6,45% em relação ao Censo de 2010. No estado de Minas Gerais, a população é de 20.538.718, o que representa um aumento de 4,8% quando comparado ao Censo anterior.


No ranking de população dos municípios, Ubá está:

·         --- na 33ª colocação no estado;

·        ---  na 146ª colocação na região Sudeste;

·        --- na 310ª colocação no Brasil.

Ubá à frente de mais nove cidades carreia o Polo Moveleiro de Minas Gerais

O polo moveleiro de Ubá, juntamente com outras nove cidades vizinhas (Divinésia; Guiricema; Guidoval; Piraúba; Rio Pomba; Rodeiro; São Geraldo; Tocantins e Visconde do Rio Branco ), é considerado o principal de Minas Gerais. 

O polo formado, em sua maioria, por micro e pequenas indústrias faz do setor a principal atividade econômica da região e o mais importante arrecadador de impostos. Cerca de 20 mil empregos diretos e indiretos são gerados em aproximadamente 400 empresas que fazem parte do polo, porém o número de fábricas do setor somente na cidade é superior a 500 empresas.

As indústrias moveleiras tiveram seu começo no início do século XX. O polo moveleiro começou com pequenas marcenarias que tiveram a iniciativa de fabricar móveis para suprir as necessidades do lar. Após a Segunda Guerra Mundial, João Rosignoli, instalou sua marcenaria no Lavapés. A primeira fábrica a operar em Ubá foi a dos Irmãos Trevizano, que progrediu e afamou-se na fabricação de móveis no rebuscado estilo chippendale. A primeira fábrica a produzir em série foi a de José Francisco Parma, que fabricava armários, guarda-roupas, sofás e esquadrias.

A madeira utilizada na fabricação de alguns móveis era extraída dos caixotes que vinham embalando mercadorias para o Armarinho Santo Antônio. Após José Francisco Parma abrir a primeira fábrica, a segunda foi a de Edgar e Edwar Cruz, que se juntaram com Luizinho Parma e criaram a firma Parma e Cruz. 

A terceira fábrica foi a de Maurício Singulane. José Francisco Parma incentivou seus amigos e parentes a também fabricarem móveis e associou-se a Agostinho Sales Amato e Louro Parma, surgindo, desta união, a firma J. Parma e Cia.

Em 1962, Otoci Vilela Eiras comprou, no Rio de Janeiro, um armário de aço. Ao chegar com o ele em sua residência, ficou perplexo com a utilização do aço em móveis. Desmontou-o e tornou a soldá-lo, surgindo, assim, a primeira fábrica de móveis de aço de Ubá. 

Em 1964, Carlos Costa Coelho vendeu-a para Lincoln Rodrigues Costa, que, na época, fabricava macarrão, passando então a fabricar móveis de aço e surgindo, assim, a Itatiaia Móveis de Aço S.A.

Em 1967, o jovem João Batista Flores convidou seu amigo Clóvis Serrano de Oliveira e montaram a Indústria de Móveis Apolo. A partir daí, as fábricas foram crescendo, realizando a grande visão de seu idealizador José Francisco Parma.


Tentativa de golpe envolve nome de Procon de Ubá

O Procon/Ubá  publicou na quinta-feira (28 de junho) um alerta de tentativa de golpe por meio do aplicativo whatsapp. Através do app, golpistas enviam às empresas e pessoas, abertura de reclamação no órgão, inclusive com número de protocolo e até processos falsos.

Obviamente que os links que acompanham essas mensagens são para disseminação de vírus ou captura de informações dos celulares das pessoas e empresas que recebem estas mensagens.

Leia abaixo o comunicado na íntegra do Procon/Ubá ou clique aqui e acesse.

Lei abaixo: Novo pedágio é aprovado; saiba o que mude onde será implementado

Semáforos do futuro (breve) terão quatro cores 


Como seria para o brasileiro lidar com sinais semafóricos de quatro cores? (Foto: Freepik).


Projeto de acrescentar uma cor aos semáforos pode revolucionar o sistema de trânsito mundial. Verde, amarelo e vermelho, essas são as três cores tradicionalmente usadas pelo sistema de trânsito brasileiro para o semáforo, assim como ocorre ao redor do mundo. Mas, este padrão está com os meses contados.

Começou a discussão sobre nova cor no semáforo. Apesar do conceito bem enraizado de três cores nesse equipamento de trânsito de primeira ordem,  na maioria dos países ocidentais, a presença de uma nova identificação tem sido discutida por pesquisadores americanos.

A proposta tem em vista acrescentar a cor branca aos sinais eletrônicos de trânsito. Assim, esses equipamentos passariam a ter 4 cores de referência: verde, amarelo, vermelho e branco.

O estudo foi realizado por engenheiros de transporte da Universidade Estadual da Carolina do Norte, no sudeste dos Estados Unidos, que acreditam na intervenção como alternativa para melhorar o trânsito.

Segundo os pesquisadores, a luz branca seria direcionada a veículos autônomos e teria ativação automática através de sensores. Assim, os semáforos ”avisariam” ao tráfego que muitos veículos autônomos compõem o trajeto daquela determinada regiãoo, melhorando-o e reduzindo o tempo de viagem, além dos custos com combustível.

Sendo assim, o sistema tradicional de três cores continuaria a ser seguido pelos carros convencionais. Especialistas entendem que a presença cada vez mais robusta dos veículos autônomos no mercado global é inevitável.

Baseado nisso, o estudo americano acredita numa forma de se beneficiar das vantagens tecnólogicas que os carros mais modernos têm para melhorar o trânsito para todos. Vale lembrar que os veículos autônomos mais recentes possuem muitos recursos facilitadores como:

Sensores que detectam pedestres e até mesmo situação da via, condições climáticas, condições do carro, detectores de cansaço do motorista, entre outras tecnologias.

Desta maneira, a inteligência artificial promete ser um aliado cada vez mais importante da segurança e eficiência nos deslocamentos com veículos. Mas há quem duvide dessa proficiência toda, do futuro semáforo polifásico. “Mas se os carros convencionais terão que ficar ainda parados, quando o branco acender, é como se o tempo de imobilidade dobrasse, ou tivesse dois vermelhos, fazendo com o que tempo de espera aumentasse”, argumentou Kassio D’Alessandro, de Muriaé, cidade  da Zona da Mata Mineira.

Obviamente que, questionamentos como esse e dezenas de outros serão delidos nessa fase de testes. Acredita—se que o O equipamento não deverá servir para embarreirar o trânsito ainda mais, principalmente nas grandes cidades.

Resultados preliminares dos testes

Para a implementação do sistema revolucionário, no entanto, a tecnologia precisa passar por todos os testes, dado a dimensão da mudança que pretende implementar. Sendo assim, embora ainda não tenha sido avaliada na prática, a proposta teve resultados significativos nos testes até o momento, segundo os engenheiros de transporte da Universidade Estadual da Carolina do Norte.

As verificações realizadas em computadores haveriam constataram sobretudo que a implementação de uma nova cor tem muito potencial para reformular o trânsito, melhorando o fluxo.

Os pesquisadores afirmaram ainda que a quarta cor do semáforo não precisa ser exatamente branca, mas um tom aceito e identificável universalmente.

<<<<<<<<<<<<<<<<<semaforos do futuro>>>>>>>>>>>>>>>>>

Nova lei da placa veicular entra em vigor e gera confusão

Claramente, a Lei 14.562/23 tem, dentre outros objetivos, coibir o roubo de carga.

O que realmente muda? Nova lei está relacionada à adulteração da placa veicular e também de itens como número de chassi; entenda as novidades.

Em vigor desde quinta-feira (27 de abril), a Lei 14.562/23, que traz novidades relacionadas à placa de identificação veicular, tem gerado confusão nas redes sociais.

Têm circulado vídeos e textos afirmando que, segundo a nova regra, a condução de automóvel sem uma ou as duas placas passou a ser tipificada como adulteração de sinal identificador de veículo - crime previsto no Artigo 311 do Código Penal, que significa adulterar, remarcar ou suprimir número de chassi, monobloco, motor ou placa de identificação. Esse crime prevê pena de reclusão de três a seis anos.

Contudo, o advogado Marco Fabrício Vieira, membro da Câmara Temática de Esforço Legal do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), esclarece que rodar sem placa, seja por motivos como perda, furto ou até retirada voluntária, não se tornou crime.

Ele enfatiza que nada muda em relação à circulação de veículos sem as respectivas chapas: a prática continua sendo infração gravíssima, punida com multa de R$ 293,47, sete pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação) e remoção do veículo.

O que realmente mudou

O especialista explica que a maior novidade introduzida pela Lei 14.562/23, que alterou justamente o Artigo 311, é a punição para a adulteração do sinal identificador de veículo de reboques e semirreboques - situação que anteriormente o Código Penal não previa.

"A finalidade principal da nova lei foi retirar a palavra 'automotor' da qualificação do crime para ampliar sua aplicação a outros veículos não motorizados" Marco Fabrício Vieira, escritor e membro do Contran

Devido a essa "omissão" na lei penal, acrescenta, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) estava deixando, nas suas decisões, de caracterizar como crime de adulteração de sinal identificador em ações penais envolvendo esses veículos não motorizados.

Claramente, a Lei 14.562/23 tem, dentre outros objetivos, coibir o roubo de carga, já que agora o crime não se limita apenas ao veículo automotor, mas se estende aos respectivos reboque e implementos.

                                                Crime inafiançável?

Vieira diz, ainda, que tem sido veiculado, de maneira equivocada, que a adulteração de sinal identificador de veículo se tornou inafiançável.

"É verdade que o delegado de polícia somente pode fixar fiança para crimes cuja pena máxima não seja superior a 4 anos, o que não é o caso. Porém, a fixação de fiança pode ser determinada pelo juiz em qualquer fase do processo criminal, enquanto a sentença condenatória não for definitiva, segundo o Artigo 311 do Código Penal".

A lei nova ampliou o leque de alcance dos possíveis sujeitos ativos do crime e das condutas criminalizadas.

Veja quem agora pode ser responsabilizado por fraude veicular:

Quem adquire, recebe, transporta, oculta, mantém em depósito, fabrica, fornece, possui ou guarda maquinismo, aparelho, instrumento ou objeto destinado à falsificação e/ou adulteração de sinal identificador de veículo

Quem adquire, recebe, transporta, conduz, oculta, mantém em depósito, desmonta, monta, remonta, vende, expõe à venda ou utiliza veículo automotor, elétrico, híbrido, de reboque ou semirreboque com número de chassi ou monobloco, placa de identificação ou qualquer sinal identificador veicular adulterado ou remarcado

Nesses casos, se houver condenação, o réu está sujeito à mesma pena: reclusão de três a seis anos.

Além disso, a Lei 14.562/23 trouxe uma forma qualificada do crime de adulteração de sinal identificador de veículo. Se a prática estiver relacionada a atividade comercial ou industrial, a pena é ampliada para quatro a oito anos de reclusão, mais multa.

O Código Penal já previa que funcionário público que contribui para licenciamento ou registro de veículo remarcado ou adulterado, caso seja condenado, tem a pena ampliada em 1/3. 

MEC autoriza abertura de novos cursos de medicina no Brasil

Imagem: Faceres/Divulgação

Novos cursos de medicina estavam proibidos desde 2018, quando o então presidente Michel Temer travou a abertura por cinco anos.


Número de novos registros médicos emitidos no Brasil mais do que dobrou no país em 12 anos, mas distribuição dos profissionais ainda é desafio. O Ministério da Educação voltou a permitir a abertura de cursos de medicina no país, com o fim da suspensão decretada há cinco anos, no governo do ex-presidente Michel Temer (MDB). 

O que aconteceu?

Cursos privados só serão autorizados após editais. De acordo com a portaria publicada hoje no Diário Oficial da União, esses chamamentos públicos vão priorizar regiões de saúde com menor relação de vagas e médicos por habitante. 

O primeiro edital será publicado em até 120 dias.

Ministério já havia adiantado que planejava permitir novos cursos só onde faltam médicos. Em entrevista no início da semana, o ministro Camilo Santana afirmou que a pasta vai garantir que esses cursos estejam "mais próximos de onde há necessidade de médicos para atendimento da população".

Novos cursos de medicina estavam proibidos desde 2018, quando o então presidente Michel Temer travou a abertura por cinco anos. "Houve uma expansão muito grande na abertura de cursos de medicina. É preciso puxar o freio de mão para um balanço e para que possamos garantir a qualidade do ensino na área", disse o então ministro da Educação Mendonça Filho. A proibição perdeu validade dia 5 de abril.

Número de médicos é recorde, mas distribuição é desafio.

O número de novos registros médicos emitidos no Brasil mais do que dobrou no país em 12 anos e bateu recorde em 2022, segundo dados da nova edição da Demografia Médica pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). No ano passado, 39.551 profissionais entraram no mercado de trabalho.

A desaceleração do crescimento populacional e aumento na expectativa de vida, com maior tempo de carreira, ajudam a explicar o número. Distribuição de profissionais é desigual. Nas capitais, por exemplo, o número de profissionais é de 6,21 por mil habitantes enquanto, nos municípios do interior, o índice fica em 1,72. De acordo com o CFM, as capitais reúnem 24% da população e 54% dos médicos.

Más condições de trabalho em algumas localidades fazem a maioria dos profissionais se concentrar em capitais e cidades com melhor infraestrutura. "Nós não queremos só um salário e uma carreira de Estado. Não adianta colocarmos médicos bem formados nesses mais de 5.500 municípios que temos no Brasil sem ter uma infraestrutura de trabalho com leitos, equipamentos, medicamentos, acesso a exames, apoio da equipe multiprofissional e remuneração compatível com o preparo e responsabilidade", disse o presidente do CFM, José Hiran Gallo.

Choveu dois meses em um só dia no litoral de SP; saiba como a medição funciona

Imagem: Divulgação/Prefeitura de São Sebastião

São Sebastião foi a cidade mais atingida pela chuva histórica, com alagamentos, deslizamentos e muitas mortes. 

No final de semana do carnaval (18 e 19), uma chuva recorde atingiu a Baixada Santista, mais precisamente o litoral norte de São Paulo, deixando um rastro de destruição e na segunda—feira (20) pelo menos 36 mortos. 

Em São Sebastião, a cidade mais castigada (35 das mortes foram lá), o volume de chuva que caiu em 24 horas foi mais que o dobro do esperado para o mês de fevereiro inteiro.

De acordo com dados da Defesa Civil, entre sábado (18) e domingo (19), choveu:

·                     Bertioga: 683 mm (média de fevereiro: 347 mm)

·                     São Sebastião: 627 mm (média de fevereiro: 303 mm)

·                     Guarujá: 395 mm (média de fevereiro: 234 mm)

·                     Ilhabela: 337 mm (média de fevereiro: 303 mm)

·                     Ubatuba: 335 mm (média de fevereiro: 290 mm)

·                     Caraguatatuba: 234 mm (média de fevereiro: 287 mm)

A forte chuva começou na noite de sábado, persistiu por toda madrugada, e só amenizou pela manhã. Foi decretado estado de calamidade pública nestes municípios.

Há cerca de 2.500 pessoas fora de casa (1.730 desalojadas e 766 desabrigadas), pelo menos 50 estão desaparecidas e pode haver mais vítimas sob escombros de casas que ruíram. A grande maioria se concentra em São Sebastião, principalmente nas praias Barra do Sahy (31 mortos), Juquehy, Camburi e Boiçucanga.

Estes índices pluviométricos são dos maiores já registrados no Brasil em um período tão curto, sem ser causado por um ciclone tropical.

Mas como o nível de chuva é medido?

Órgãos como a Defesa Civil, o Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais) e o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), possuem estações de monitoramento de clima espalhadas pelo território brasileiro, principalmente em áreas com maiores riscos de desastres, como alagamentos e deslizamentos.

Nelas, há instrumentos capazes de prever e acompanhar em tempo real os fenômenos naturais, como chuvas, ventos e outras mudanças climáticas. Entre eles, estão os pluviômetros, que medem quanta chuva caiu em determinado local com precisão milimétrica.

Em geral, sua estrutura e funcionamento são bem simples: um funil grande que consegue captar a água da chuva durante o fenômeno. Sua "boca", em geral a 1,5 metros do solo, tem cerca de 500 cm² de área.


Medindo a chuva: saiba como funcionam os pluviômetros

Parece estranho falar em milímetros de chuva, mas fica fácil quando imaginamos um tanque quadrado, com 1 m de largura e 1 m de comprimento. Se despejar 1 litro de chuva dentro dele, o resultado será uma lâmina de água de 1 mm de altura.

Ou seja, quando falamos que choveu 627 mm em 24 horas em São Sebastião, isso significa que neste período caiu 627 litros de água por metro quadrado. Detalhe: um registro superior a 50 mm já é considerado de chuva violenta.

Em um pluviômetro manual, todos os dias, uma pessoa precisa abrir a tampa lateral do instrumento e transferir a água coletada para uma proveta (tubo cilíndrico) com graduação em milímetros. Assim, determina-se quanta chuva caiu por ali nas últimas 24 horas.

Os órgãos de monitoramento, em geral, usam pluviômetros automáticos com sensores, também chamados de pluviógrafos. Ele também é um funil por onde escoa a água da chuva, mas é alimentado por eletricidade — seja por meio de células fotovoltaicas ou pela rede de energia — e já realiza a medição constantemente, com registro de tempo.

Assim, dá para ter um registro mais preciso e recortado (pode-se observar que choveu determinada quantidade em apenas três horas, por exemplo).

Dentro dele, há um pequeno mecanismo de "caçamba" basculante. Quando o recipiente enche com água da chuva, ele é esvaziado — isso conta um "clique".

O processo vai se repetindo sucessivamente; o número de pulsos, multiplicado pelo volume encontrado nesse reservatório, informa o registro do pluviômetro naquele intervalo de tempo. Em caso de chuva, eles realizam medições a cada dez minutos.

Dependendo da tecnologia do instrumento, a medição é transferida diretamente para centrais de controle, o que permite monitoramento em tempo real. Em outros casos, é preciso coletar os dados presencialmente, com um notebook ou pendrive.

Esse monitoramento é essencial para evitar ou diminuir os efeitos de desastres naturais. É possível prever transbordamentos de rios e enchentes com certa antecedência, de acordo com a chuva que está sendo registrada e alterações meteorológicas, como a chegada de frentes frias.

Assim, a população local pode ser alertada e evacuada — mas, no litoral de SP, tudo aconteceu tão rápido e intensamente que, infelizmente, não houve tempo de agir.

 

Parte superior do formulário

Prefeitura de Ubá autoriza demolição parcial do Conjunto Arquitetônico Palace Hotel

Prédio centenário do Palace Hotel chega ao fim. Imóvel totalmente deteriorado pela ação do tempo não tem mais condição de continuar de pé, segundo avaliações dos órgãos de fiscalização.

Alvará de demolição foi emitido na sexta-feira, dia 10 de fevereiro. Isolamento do local foi reforçado.

 A Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável emitiu, nesta sexta-feira (10), o alvará de demolição parcial do imóvel conhecido como Conjunto Arquitetônico Palace Hotel, situado no entorno da Praça Guido Marlière. O risco  iminente de queda da estrutura  foi constatado por laudos e boletins de ocorrência registrados pelo Corpo de Bombeiros, Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil, Secretaria Municipal de Obras, dentre outros.  

A autorização foi emitida após decisão judicial. Cabe ao proprietário executar a demolição parcial, além do adequado isolamento do local e seu entorno, com atendimento às normas de segurança “de modo a salvaguardar a vida de pessoas e proteger o patrimônio particular e público”, conforme consta em laudo técnico emitido pelo município.

A demolição parcial do imóvel, preservando o chamado “trecho 01”, situado na esquina entre a Praça Guido e a rua Sete de Setembro, já havia sido solicitada pelo proprietário em novembro de 2022, e autorizada pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Histórico e Cultural de Ubá (CODEMPAC) em dezembro. Porém, devido a uma averbação na Certidão de Matrícula do Imóvel que impedia intervenções no local devido ao interesse na preservação do Patrimônio Cultural, o processo de autorização da demolição precisou ser reavaliado.

Após a análise de engenheiros que constataram a existência de fracionamento em trechos da fachada do imóvel, em trecho 01, trecho 02 e trecho 03, e o atestado da condição de condenados a demolição devido a ação do tempo, o Ministério Público manifestou-se pela demolição parcial, assim como decisão judicial proferida em 09 de fevereiro de 2023, assinada pelo juiz, Dr. Thiago Brega de Assis, que assegurou que “em havendo eventual colapso da estrutura da fachada do Hotel, a reconstrução poderá ser determinada posteriormente”.

Após a emissão do alvará de demolição, cabe ainda ao proprietário, antes do início das ações demolitórias, comunicar os setores competentes do município quanto a data e horário da ação para gerenciamento das modificações necessárias ao trânsito, além de comunicar a Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Energisa e Guarda Civil.

 

Quais foram os cinco maiores terremotos já registrados na história?

Terremoto de magnitude 7,8 deixou mortos na Turquia e na SíriaImagem: REUTERS/Sertac Kayar

O terremoto que causou mais de cinco mil mortes na Turquia e na Síria hoje teve magnitude de 7,8 graus na escala Richter. Os cinco maiores abalos já registrados no mundo tiveram magnitude igual ou maior que 9,0, de acordo com o U.S. Geological Survey, o Centro Geológico dos Estados Unidos. 

A magnitude considera a dimensão do terremoto e está relacionada com a energia liberada no foco do tremor, além da altura das ondas que são registradas no sismógrafo.

Assista ao desabamento de um prédio em Malátia, uma grande cidade na região oriental da Turquia, na segunda-feira (6).



Confira os cinco maiores terremotos já registrados do mundo de acordo com o Centro Geológico dos Estados Unidos:

Chile, 1960 

Em 22 de maio de 1960, o Chile registrou um terremoto de magnitude 9,5, o maior da história. O desastre também é conhecido como Terremoto de Valdivia, em referência à cidade mais afetada. Aproximadamente 1.665 pessoas morreram, 3 mil ficaram feridas e 2 milhões desabrigadas no sul do país. 

A estimativa é de que o abalo sísmico tenha liberado energia equivalente a 20 mil bombas de Hiroshima. Também foi causado um tsunami com ondas de até 25 metros, que atingiu a população costeira. Com isso, a costa oeste continental dos Estados Unidos, o Havaí, as Filipinas e o Japão também foram afetados, causando mais de 200 mortes.

Alasca (EUA), 1964 

O segundo maior terremoto do mundo ocorreu no Alasca, em 27 de março de 1964, com magnitude 9,2. Ao todo, o terremoto e os tsunamis subsequentes causaram 129 mortes. A maior cidade do Alasca, Anchorage, sofreu danos materiais significativos. 

O abalo também gerou milhares de tremores secundários menores e centenas de deslizamentos de terra. Os tsunamis produzidos pelo terremoto também resultaram em mortes e danos em lugares distantes, como nos estados de Oregon e Califórnia. 

Indonésia, 2004

Um terremoto de magnitude 9,1 atingiu a costa oeste do norte de Sumatra, na Indonésia, em 26 de dezembro de 2004, e provocou um tsunami. Mais de 283.100 pessoas morreram e cerca de 14 mil foram listadas como desaparecidas. O tsunami também causou mais vítimas do que qualquer outro já registrado na história. A onda gigante atingiu até dez metros de altura. 

Foram afetadas ainda as ilhas de Andaman e de Nicobar, ao sudoeste da Tailândia, as ilhas Maldivas, a Malásia, o Mianmar, o Sri Lanka e o litoral oriental da África. 

Japão, 2011 

Também com magnitude 9,1, o Japão registrou o quarto maior terremoto da história em 11 de março de 2011, perto da costa da ilha de Honshu. Ao menos 15.703 pessoas morreram e 5.314 ficaram feridas. O tremor causou um tsunami que provocou destruição ao longo de toda a costa leste de Honshu, entre as regiões de Chiba e Aomori. Cerca de 332 mil edifícios, 2 mil estradas, 56 pontes e 26 ferrovias foram destruídas ou danificadas. 

Os desdobramentos do tsunami também causaram um acidente nuclear na usina de Fukushima. Cerca de 160 mil pessoas que moravam nas imediações tiveram que ser retiradas. A princípio, não foram registradas mortes decorrentes do acidente. No entanto, em 2018, o governo japonês confirmou a morte de um trabalhador de Fukushima, que teve câncer decorrente da exposição à radiação. 

Rússia, 1952

O terremoto que atingiu a Península de Kamchatka, na Rússia, em 1952, não causou nenhuma morte. Com magnitude de 9,0, o evento causou um tsunami que levou à destruição de praias e à demolição de casas, bem como retirou o pavimento de estradas. 

Os danos foram registrados principalmente na costa norte de Oahu, uma ilha do arquipélago do Havaí. As cidades de Hilo e as ilhas de Maui e Kauai, também no Havaí, foram atingidas pelas ondas.

 

O que são as novas categorias que aparecem na nova Carteira Nacional de  Habilitação? 

Quem está com a CNH em vigênciua não precisará trocá-la.

A CNH (Carteira Nacional de Habilitação) traz uma série de mudanças desde junho deste ano. Dentre elas está uma tabela com novas categorias de condutores, totalizando 13 modalidades de habilitação. 

Impressa na parte inferior do documento, essa tabela tem códigos como A1, B1, C1 e BE, desconhecidos da maioria dos brasileiros. Nas redes sociais, vídeos e textos afirmam que o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) criou subcategorias de condutores, levando em conta a cilindrada, no caso das motos, e também se o câmbio é manual ou automático - no caso dos automóveis.

Com base nessas afirmações, muitas pessoas ficaram em dúvida se devem "atualizar" a respectiva categoria, submetendo-se a novos testes teórico e prático. Seria verdade? Segundo especialista, a resposta é não. 

Segunda metade da nova CNH traz tabela trazendo categorias que são adotadas no exterior

Imagem: Reprodução

"As categorias de condutores não mudaram no Brasil. Essa tabela com novos códigos, na verdade, segue um padrão internacional, que serve exclusivamente para facilitar a fiscalização da CNH por agentes de trânsito de outros países", esclarece o advogado Marco Fabrício Vieira, membro da Câmara Temática de Esforço Legal do Contran. Vieira destaca que as categorias de condutores no Brasil continuam sendo cinco, identificadas pelas letras A, B, C, D e E.

A categoria é informada na "primeira dobra" do documento, no campo "Cat.Hab.", no lado direito. Na tabela que aparece na segunda metade da habilitação, fica impressa a validade da CNH, exatamente na linha correspondente à categoria do condutor.

Categorias não mudaram no Brasil e mantêm nomenclatura de A a E; vale a inscrição na 1ª metade da CNH. Confira as cinco categorias válidas no Brasil, conforme estabelece o Artigo 143 do CTB (Código de Trânsito Brasileiro):

·                     Categoria A - condutor de veículo motorizado de duas ou três rodas, com ou sem carro lateral

·                     Categoria B - condutor de veículo motorizado, não abrangido pela categoria A, cujo peso bruto total não exceda três mil e quinhentos quilogramas e cuja lotação não exceda oito lugares, excluído o do motorista

·                     Categoria C - condutor de veículo abrangido pela categoria B e de veículo motorizado utilizado em transporte de carga cujo peso bruto total exceda a 3.500 kg

·                     Categoria D - condutor de veículo abrangido pelas categorias B e C e de veículo motorizado utilizado no transporte de passageiros cuja lotação exceda a oito lugares, excluído o do motorista

·                     Categoria E - condutor de combinação de veículos em que a unidade tratora se enquadre nas categorias B, C ou D e cuja unidade acoplada, reboque, semirreboque, trailer ou articulada tenha 6.000 kg ou mais de peso bruto total, ou cuja lotação exceda oito lugares. 

Clique aqui e assista a um  vídeo esclarecedor sobre as principais mudanças e dúvidas da nova CNH.

<<<<<<<<<<<<<<<<xx>>>>>>>>>>>>>>>

Novo pedágio é aprovado; saiba o que muda e onde será implementado

Chamado de Free Flow, o novo pedágio  ainda está sendo implementado em algumas vias de forma experimental.  

Entrou em vigor nesta semana a resolução aprovada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) ainda dezembro de 2022 que autoriza a implementação do pedágio automático de livre passagem, sem praças físicas, conhecido como Free Flow. A nova forma de cobrança já pode ser implementada em rodovias e vias urbanas. 

Além da ausência da praça de pedágio, a nova modalidade traz como novidade a cobrança por trecho, com o motorista pagando proporcionalmente de acordo com seu trajeto na rodovia.

Como vai funcionar?

·                     Carro precisa obrigatoriamente contar com dispositivo que possibilite verificar o trecho percorrido

·                     Além de identificação de placas por câmera, sistema admitirá emprego de dispositivos com tecnologia de radiofrequência

·                     Motorista terá que optar por adotar no veículo equipamento de uma das empresas conveniadas à concessionária da rodovia

·                     Objetivo do novo sistema é dar vazão ao trânsito e evitar longas filas nos pedágios

Onde será implementado?

O Free Flow ainda está sendo implementado em algumas vias de forma experimental. No caso do Governo Federal, a primeira experiência se dará na BR-101/RJ (rodovia Rio-Santos), entre Ubatuba e a cidade do Rio de Janeiro, conforme iniciativa da concessionária CCR RioSP que administra o trecho rodoviário.

Os pórticos serão instalados nas cidades de Itaguai, Mangaratiba e Paraty durante o período experimental. Após um período de testes, será avaliado se a tecnologia poderá ser utilizada no âmbito das demais rodovias federais concedidas.

E quem não pagar?

A resolução do Contran determina que, para a efetivação da infração de trânsito pelo não pagamento da tarifa do pedágio no sistema Free Flow, o gestor da via deve disponibilizar informações tais como:

·                     Registro do veículo pela via

·                     Data e hora de passagem em cada ponto de leitura

·                     Identificação da placa do veículo

·                     Data e hora do registro do não pagamento da tarifa de pedágio após o prazo de 15 (quinze) dias.

Uso obrigatório do sistema já gera reclamações

Entidades ligadas ao trânsito questionam o uso de tecnologias de forma obrigatória que venham a onerar o consumidor. Afirmam que os veículos possuem apenas os números do chassi e das placas como sinais identificadores previstos na Lei e que a criação de novos elementos obrigatórios, como as tags, além de trazer mais custos ao consumidor, precisariam de previsão legal.

Contran não pode criar nova identificação veicular, já que o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê textualmente apenas dois tipos de identificação veicular. Além disso, a adesão às tags é baixa e não tem um cadastro nacional com controle do poder público relacionada ao Registro Nacional de Veiculos Automotores (Renavan), o que impacta diretamente na implantação do free flow"— Danilo Oliveira, presidente do Instituto Brasileiro de Direto de Trânsito.

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) explicou que, para a identificação automática dos carros, a placa dos veículos é suficiente nos termos da legislação do Contran e que a possibilidade de utilização do sistema de identificação automática complementar depende da adesão prévia, expressa e voluntária do usuário, sendo livre sua escolha de quaisquer das tecnologias disponíveis na via.

Ressalta, porém, que caso o cidadão venha a aderir à sistema eletrônico de identificação, ele poderá ter descontos progressivos nas tarifas de pedágio, conforme a quantidade de viagens que ele fizer.


<<<<<<<<<<<<<<<<xx>>>>>>>>>>>>>>>

 Estado de Nova York proíbe 'mineração' de criptomoedas

Minerar ou criar um bitcoin, a criptomoeda mais popular, requer, por exemplo, cerca de 1.150 quilowatts-hora, o equivalente ao consumo médio de uma casa americana durante 40 dias. 

estado de Nova York proibiu por um período de dois anos. Parte das atividades de "mineração" de criptomoedas, a criação de moedas virtuais que exigem consumo excessivo de energia. 

É o primeiro estado dos Estados Unidos a suspender total ou parcialmente esse processo que utiliza poder computacional (taxa de hash) para obtenção de criptomoedas.

A governadora do estado, a democrata Kathy Hochul, promulgou na terça-feira um texto votado pelo parlamento estadual que prevê uma moratória sobre essas atividades de "mineração" que, em alguns casos, consomem combustíveis fósseis.

Várias empresas especializadas se apropriaram de antigas usinas desse estado da costa leste dos Estados Unidos nos últimos anos para abastecer esse processo.

Segundo a empresa especializada Digiconomist, minerar ou criar um bitcoin, a criptomoeda mais popular, requer, por exemplo, cerca de 1.150 quilowatts-hora, o equivalente ao consumo médio de uma casa americana durante 40 dias.

A proibição decretada na terça-feira refere-se ao chamado método de "mineração a prova de trabalho" (proof-of-work), considerado o mais exigente em energia e o mais utilizado.

O método consiste em uma série de cálculos complexos por computador o mais rápido possível para receber uma ou mais unidades de criptomoeda.

Esse processo está sendo substituído pelo chamado protocolo "prova de participação" (proof of stake), que não requer cálculo e, portanto, muito menos eletricidade.

A moratória deve dar tempo para o estado de Nova York realizar uma avaliação de impacto ambiental da atividade em seu território.

Vários países já proibiram a "mineração" de criptomoedas, incluindo a China, que era de longe o principal criador mundial de moedas virtuais até junho de 2021, quando suspendeu a prática.

A proibição na China provocou um êxodo que beneficiou muito os Estados Unidos, que é autossuficiente em energia e que desde então se tornou o maior produtor mundial de criptomoedas.

Na Europa, Kosovo também proibiu a mineração de moedas virtuais em janeiro de 2022, quando o país enfrentava problemas de fornecimento de energia e sofria com apagões recorrentes.

Escapamento barulhento vai entrar na mira do radar

Curitiba usa “radares de barulho” para fiscalizar motos e veículos com ruídos excessivos

Curitiba implantou desde o início da Semana Nacional de Trânsito (18 a 25 de setembro), um projeto-piloto com radares que identificam de forma automática veículos com ruídos excessivos, como o de motos com escapamentos adulterados. A iniciativa com os “radares de barulho” é pioneira no país, e deve ser lançada oficialmente pela Secretaria Municipal de Defesa Social e Trânsito da capital na segunda-feira (26).

O primeiro equipamento está instalado na Avenida Victor Ferreira do Amaral, nas imediações do Jockey Club do Paraná, no Tarumã. Fisicamente, o novo sistema não é muito diferente dos radares convencionais de velocidade. A diferença está na forma como os dados são registrados, como a superintendente municipal de Trânsito, Rosângela Maria Battistella.

Segundo ela, o equipamento conta com um sistema de gravação de vídeo e de áudio, para poder captar os ruídos excessivos. Essas informações são, então, cruzadas com o reconhecimento da placa, também feito pelo sistema, para assim identificar qual veículo está com escapamento irregular.

Sistema vai auxiliar em ações educativas

O sistema pode ser adaptado em radares já instalados ou colocado em outros locais sem monitoramento, mas que tenha um grande volume de veículos barulhentos. De acordo com a superintendente, o sistema será usado a princípio como forma de auxiliar na adoção de medidas educativas junto aos motoristas.

Entre essas ações previstas pela superintendente estão medidas que também podem ser tomadas junto a aplicativos de entregas. De acordo com Battistella, a secretaria recebe muitas reclamações relacionadas a motociclistas que trabalham como entregadores. Segundo a superintendente, há uma percepção de que uma boa parcela desse grupo de condutores trafega em motocicletas com escapamentos adulterados, que emitem níveis de ruído acima do tolerável.

Se realmente isso for detectado e confirmado, nós teremos condições de fazer essas ações educativas junto aos aplicativos, para que eles também possam colaborar na redução desses casos e na regularização desses veículos”, pontuou.

Equipamentos não podem gerar multas

Por ainda não serem homologados no Brasil, os equipamentos não podem ser utilizados em ações de fiscalização que gerem multas a motoristas e motociclistas. A empresa responsável pelos radares de barulho quer usar o projeto piloto para fazer os ajustes e as adequações necessárias para obter esse registro junto ao Inmetro e outros órgãos certificadores.

A prefeitura formalizou um pedido junto à Secretaria Nacional de Trânsito para que possamos conduzir esses testes e ajudar no processo de homologação dessa funcionalidade. Depois de homologado, aí sim esse sistema vai poder ser utilizado em ações de fiscalização”, confirmou a superintendente.

 

A partir de 1º de setembro, CPF/CNPJ serão exigidos para o envio de encomendas nacionais 

Os dados não ficarão expostos nas etiquetas, sendo inseridos somente nos sistema de atendimentos

Segundo o Correios, o objetivo é dar maior segurança ao processo, os remetentes de encomendas nacionais deverão fornecer os dados de CPF, CNPJ ou passaporte (no caso de estrangeiros) a partir do próximo mês. 

Os dados não ficarão expostos nas etiquetas, sendo inseridos somente nos sistemade atendimentos e seguirão todas as orientações sobre privacidade da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O não atendimento da solicitação implicará em recusa da postagem no ato do atendimento.   

Além de possibilitar o rastreamento das encomendas por meio dos dados informados, a iniciativa permitirá a utilização de outras funcionalidades de interatividade na entrega. A exigência valerá para todas as postagens, à vista ou a faturar.   

Para as encomendas destinadas aos Lockers dos CorreiosClique e Retire, serão necessárias as informações habituais de remetente como também o CPF/CNPJ ou passaporte e o telefone celular ou e-mail do destinatário.    

Uma das formas de trazer mais agilidade ao processo é realizar a pré-postagem por meio do App Correios ou por meio dos sistemas de pré-postagem disponíveis para integração por meio de APIs. Para tanto, as orientações de integração estão disponíveis na página https://www.correios.com.br/atendimento/developers 

Vale lembrar que, no caso de envios internacionais, as informações de CPF/CNPJ já são exigidas conforme regulação aduaneira e que a obrigatoriedade de cumprimento da legislação tributária vigente é de responsabilidade do remetente.   

Informa os Correios que a medida está em conformidade com o Protocolo ICMS 32/2001 – CONFAZ que exige, nas postagens de encomendas nacionais, a Nota Fiscal (NF) ou Declaração de Conteúdo (DC).    

Lei Geral de Proteção de Dados - A coleta do CPF/CNPJ corrobora com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), art. 7º, incisos II e IX, a qual define que essas informações podem ser coletadas para o cumprimento de obrigação legal ou regulatória ou de interesses legítimos do controlador, sendo este o caso, diante da necessidade de prestação de informações às autoridades fazendárias e a demais anuentes. 

 Fonte: Correios. Assessoria de Imprensa. Superintendência de MG.

 

  Estátua de Putin sentada em tanque de guerra vira atração para crianças nos EUA

Imagem: Andrew Kelly/Reuters

Crianças brincando com uma a obra do artista francês James Colomina. Nela, Vladimir Putin pilota um tanque de guerra pequeno.

Uma estátua do presidente russo Vladimir Putin sentado em um tanque virou ponto de brincadeiras de um parque de Nova York, nos Estados Unidos. 

A obra do artista de rua, o francês James Colomina, está exposta desde terça-feira (2) em um parquinho de areia no Central Park. A estátua foi feita pelo colombiano para criticar a guerra na Ucrânia, como ele descreveu em uma publicação no Instagram. "A escultura visa denunciar os absurdos da guerra e destacar a coragem das crianças frente a situações violentas e catastróficas impostas por outros", afirmou. 

Crianças brincaram com a obra e usaram "arminhas" de água na escultura, que já passou por locais como os Jardins de Luxemburgo, em Paris, na França, e o Parque Joan Miró, em Barcelona, Espanha.

Segundo a ONU (Organizações das Nações Unidas), mais de 10 milhões de ucranianos já deixaram o país após a invasão russa de 24 de fevereiro. A última atualização do Unicef, agência da ONU para refugiados, afirmou que três milhões de crianças e adolescentes fugiram da guerra até o momento.

Além disso, segundo o Unicef, mais de dois meninos ou meninas são mortos e mais de quatro feridos por dia, em média, na Ucrânia — principalmente em ataques com armas explosivas em áreas povoadas.


Torre Eiffel está enferrujada e precisa de reforma completa urgente


"É simples: se Gustave Eiffel visitasse o lugar, ele teria um ataque cardíaco", disse um gerente. 

A Torre Eiffel está tomada de ferrugem e precisa de reparos totais, mas em vez disso está recebendo um trabalho de pintura de 60 milhões de euros antes dos Jogos Olímpicos de Paris em 2024, de acordo com relatórios confidenciais citados pela revista francesa Marianne.

A torre de ferro forjado de 324 metros de altura, construída por Gustave Eiffel no final do Século 19 está entre os pontos turísticos mais visitados do planeta, recebendo cerca de 6 milhões de visitantes a cada ano.

No entanto, relatos confidenciais de especialistas citados pela publicação sugerem que o monumento está em condições precárias, e crivado de ferrugem.

"É simples: se Gustave Eiffel visitasse o lugar, ele teria um ataque cardíaco", disse um gerente anônimo na torre à revista Marianne.

A empresa que administra a torre, a Societé d'Exploitation de la Tour Eiffel (SETE), não foi encontrada imediatamente para comentar o assunto.

A torre está atualmente passando por um trabalho de pintura que irá custar 60 milhões de euros, em preparação para os Jogos Olímpicos de 2024. É a vigésima vez que a torre é repintada.

Duas novas camadas de tinta deveriam ser aplicadas na torre, mas atrasos às obras causados pela pandemia de Covid-19 e pela presença de chumbo na tinta antiga significam que apenas 5% será tratada, ante os 30% previstos originalmente, disse a Marianne.

A empresa SETE resiste em fechar a torre por muito tempo por conta da receita turística que seria perdida, acrescentou a revista.

Clique aqui e saiba sobre a história arquitetônica e política da Torre Eiffel 


Fragmento de antiga porta de Roma despenca e oposição aproveita e cutuca o governo italiano

Imagem: ANSA

A Porta Maggiore foi selada pela polícia de Roma após queda de parte de sua estrutura 

Um fragmento de uma das antigas portas de Roma caiu nesta terça-feira (14), provocando a interdição do local para a passagem de pedestres. O incidente ocorreu por volta de 6h15 (horário local), na Porta Maggiore, construção de quase 2 mil anos situada no centro histórico da "cidade eterna".

A queda de um pedaço do arco não deixou feridos, mas já provocou críticas da oposição.

Imagem: ANSA

A polícia local respondeu ao incidente que não deixou feridos

"Mudam os governos, mas Roma continua literalmente caindo aos pedaços", afirmou a deputada Annagrazia Calabria, do partido conservador Força Itália (FI) e relatora de um projeto de lei para aumentar os poderes administrativos da capital.
A Porta Maggiore em detalhe antes da queda: construção é parte dos Muros Aurelianos de Roma

 

A Porta Maggiore é um dos portões da antiga Muralha Aureliana - A Muralha Aureliana (em italiano: Mura aureliane) é um conjunto de muralhas erguidas em Roma, entre 271 e 275 (séculos 3), durante o reinado dos imperadores romanos Aureliano e Probo - que cercava a cidade no início da era cristã, e também estava conectada aos aquedutos romanos.

<<<<<<<<<<matéria>>>>>>>>>>>

Ministério Público do RJ afirma que desfile das escolas no Sambódromo violou normas de segurança

Marquês de Sapucaí. Menina de 11 anos sofreu acidente com carro alegórico e teve perna amputada.

Segundo o MPRJ, documento enviado em março aos organizadores do evento continha a recomendação específica da necessidade de segurança na dispersão.

O desfile de escolas no Sambódromo do Rio, ocorrido qurta-feira (20) violou normas de segurança que haviam sido determinadas com antecedência pela Justiça, segundo avaliou na quinta-feira (21), a 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Infância e da Juventude da Capital do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ). 

Para o MPRJ, documento enviado em março aos organizadores do evento continha a recomendação específica da necessidade de segurança na dispersão dos carros alegóricos. Uma menina de 11 anos, chamada Raquel Antunes da Silva, sofreu um acidente com um carro alegórico na dispersão do Sambódromo do Rio e precisou ter uma perna amputada. 

A 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Infância e da Juventude da Capital informou que vai ajuizar uma ação civil pública por causa da violação das determinações feitas com antecedência, inclusive a que alertava sobre a presença de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. 

<<<<<<<<<<<<<<<<

(clique na imagem e acesse a matéria)


Trineto de d. Pedro 2º pede fim do laudêmio e aponta descaso em Petrópolis


(clique na imagem e acesse a matéria)

Verba de publicidade e enfeites de Natal supera recursos para contenção de encostas em Petrópolis


Conta de luz ficará mais cara em 2023 porque a ANEEL quer R$ 10 bilhões de empréstimo

               Técnicos do setor alertam que ano que vem a conta de luz deverá subir 30%

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) propôs na quinta-feira (3), R$ 10 bilhões de socorro financeiro ao setor elétrico para, segundo ela, cobrir os custos das medidas emergenciais adotadas em 2021. Mas, mesmo que o empréstimo impeça um “tarifaço” nas contas de luz em 2022, ano de eleições presidenciais, os recursos serão pagos pelos consumidores a partir de 2023, com incidência de juros.

Passado o ano eleitoral, a conta de luz deve ficar mais alta a partir de 2023. A primeira parcela será usada para cobrir o saldo da conta Bandeira estimado para abril, de R$ 1,5 bilhão; os custos da importação de energia referente aos meses de julho e agosto, que somaram R$ 800 milhões; diferimentos devido às distribuidoras, que adicionam R$ 1,6 bilhão; e o bônus para consumidores que economizam energia no ano passado, calculado em R$ 1,7 bilhão. O valor do desconto aos consumidores diverge do que o governo havia informado anteriormente, de R$ 2,4 bilhões.

A operação foi autorizada por Medida Provisória (MP) e cabe à agência definir os montantes e as condições do empréstimo, que foi dividido em duas parcelas. A proposta em relação às despesas da crise hídrica, limitada a R$ 5,6 bilhões, ficará em consulta pública por 10 dias, a partir de sexta-feira (4). Após essa fase, o tema voltará para análise do colegiado. Só então os recursos serão repassados às distribuidoras, que funcionam como um caixa do setor elétrico.

O valor submetido a consulta pública, no entanto, não é definitivo. Durante a reunião, o colegiado ressaltou que será necessário rever as estimativas. Isso porque os cálculos da agência reguladora não consideram as novas restrições impostas pelo governo para uso de usinas térmicas. 

No início de fevereiro, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) definiu que só poderão ser ligadas usinas com Custo Variável Unitário (CVU) de até R$ 600 megawatts-hora (MWh). A quantidade de energia contratada desta fonte e importada também foi limitada.

Já a segunda parcela, estimada, até o momento, em R$ 5,2 bilhões, seria destinada para cobrir os custos da receita fixa das usinas termelétricas contratadas em leilão emergencial realizado no ano passado. A tomada de empréstimo para custear essa despesa está prevista em decreto do presidente Jair Bolsonaro. Contudo, a agência reguladora ainda não definiu se a parcela será efetivamente contratada, o que deverá ser feito até maio.

A história se repete


É a quarta vez que o governo recorre a operações financeiras para conter reajustes elevados nas contas de luz ou para socorrer as empresas de distribuição. A última foi em 2020, quando o empréstimo foi autorizado para minimizar os efeitos da pandemia de covid-19 sobre o setor - essa operação, inclusive, já está sendo paga por meio de repasses adicionais às contas de luz.

Em 2001, quando o País enfrentou um racionamento de energia, o governo inaugurou o uso desse mecanismo para permitir o pagamento de débitos das distribuidoras de forma imediata. Já em 2014, foi usado para conter o repasse de gastos com termelétricas e do aumento de subsídios e descontos para grupos de interesse, mas nem assim conseguiu impedir um aumento de 50% em 2015.

<<<<<<<<<<<contadeluz>>>>>>>>>>>

Retrospectiva 2021 

Rádio Líder FM de Ubá promove encontro com mídia alternativa da cidade para debater principais assuntos ano

clique na foto e acesse o vídeo do encontro

Ânderson Badaró promoveu no dia 20 de dezembro mesa de debates na Rádio. Último da direita, Thiago Freitas, da sonosplastia. 

Participaram do encontro:

- Domingos Zopelaro (segundo da esq. para a direita) do Ultimas Notícias de Ubá e Região (clique aqui e acesse a página).


- Érika Chagas Oliveira - GBC TV Brasil - Youtube - (clique aqui e acesse a página). - Folha de Ubá (Facebook): (clique aqui e acesse a página). 


- Cícero Porfírio da Silva - jornal Primeira Página online - Youtube - (clique aqui e acesse a página).



Quer ouvir a líder FM de Ubá? Clique na imagem e mergulhe no sucesso! 






<<<<<<<<<<<<<<<retrospectiva 2021>>>>>>>>





<<<<<<<<<<<<<<Código de trânsito>>>>>>>>>>>>>


Motorista deverá ter mais cuidado com as multas e ficar atento às mudanças no código de trânsito em 2022

<<<<<<<<<<<<<<matéria>>>>>>>>>>>>>


Saiba quais são as cidades mais seguras do mundo em 2021


<<<<<<<<<<<<<<matéria>>>>>>>>>>>>>


Cristo Redentor completa 90 anos e é um dos maiores geradores de emprego e renda do Brasil

(Clique no título ou na imagem e leia a matéria)

Nova lei de trânsito entrou em vigor e como isso vai afetar a sua vida  

 

Agora, quem precisa comunicar a venda de um veículo tem 60 dias para fazê-lo.


Entraram em vigor no dia 12 de abril de 2021 as alterações no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), depois do período de 180 dias desde que a nova lei foi sancionada, em outubro de 2020.


São diversas modificações, algumas com impacto direto no bolso de condutores e proprietários de veículos, como, por exemplo, a criação de multa para quem parar em ciclovia ou ciclofaixa, atitude que agora é uma infração grave, sujeita a multa de R$ 195,23 e cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). 

E quem deixar de reduzir a velocidade de forma compatível com a segurança do trânsito, ao ultrapassar ciclista, cometerá infração gravíssima, sujeita a multa de R$ 293,47 e sete pontos na carteira.

“Entre as modificações está a nova validade da CNH. Motoristas com idade inferior a 50 anos passam a ter habilitação com validade de 10 anos. Para aqueles que tiverem idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70, a validade da CNH será de cinco anos. Já para os condutores com idade igual ou superior a 70 anos, a CNH valerá por três anos”, explica o especialista e comentarista do CTB Digital da Perkons, Julyver Modesto.

Atenção com as crianças 


Já está valendo também a proibição do transporte de criança menor de 10 anos ou sem condições de cuidar da própria segurança, em motocicletas. No caso dos automóveis, a obrigatoriedade do uso dos equipamentos de retenção (cadeirinha) continua, com uma alteração em relação à altura da criança: a partir de agora, caso seja menor de 10 anos e ainda não tenha atingido 1,45m, ela deverá ocupar o banco traseiro e utilizar equipamento de retenção adequado.

De olho nos motociclistas 


Novidades voltadas aos motociclistas também já estão em vigor no CTB. Agora, conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor com os faróis apagados será infração média, sujeita a multa de R$ 130,16 e quatro pontos na CNH. Novo enquadramento também para motociclistas sem viseira ou óculos de proteção em desacordo com a regulamentação do Contran, que passa a ser infração média, sujeita a multa e retenção do veículo para regularização.

Documentação

O porte do documento de habilitação poderá ser dispensado, caso a fiscalização consiga, através de verificação do sistema, comprovar que o condutor está habilitado. Inovação também em relação à aplicação da penalidade de advertência por escrito. Antes, para que o condutor não fosse multado, era necessário passar por processo administrativo que convertia a penalidade em advertência. A partir de agora, esse procedimento administrativo não é mais obrigatório, pois quem incorrer em infração de natureza leve ou média, automaticamente terá a mesma convertida em advertência, desde que não tenha cometido outra infração, de qualquer gravidade, nos últimos 12 meses.

E quem precisar indicar o infrator responsável pela ocorrência da multa passa a ter 30 dias para fazê-lo. O prazo para comunicação de venda passa a ser de 60 dias, decorridos os 30 dias que o novo proprietário tem para transferir o veículo para seu nome. A nova legislação também abre a possibilidade para que esse procedimento seja eletrônicotambém abre a possibilidade para que esse procedimento seja eletrônico.

Bons condutores

O Cadastro Positivo de Bons Motoristas também entra em vigor. Bons motoristas são aqueles que não cometerem nenhuma infração num período mínimo de 12 meses, e poderão receber benefícios fiscais por isso. O gerenciamento do sistema será feito pelo Denatran, mas os condutores deverão, primeiro, dar autorização prévia e expressa para que seu nome seja incluído no Cadastro. Se não autorizar, mesmo sem cometer infrações, não poderá usufruir dos descontos oferecidos. Ficarão de fora, além daqueles que não querem participar, os condutores que cometeram infração de trânsito nesse período e não tenham promovido defesa prévia e recursos que visem anular a autuação.

“Para garantirmos segurança viária, pedestres, motoristas e todos os usuários das vias devem conhecer a lei e cumpri-la. Um trânsito mais humano necessita desempenho, respeito e participação de todos”, comenta Luiz Gustavo Campos, diretor e especialista em trânsito da Perkons.

Tire suas dúvidas clicando na imagem abaixo.


<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<transito>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigado pelo sua mensagem. Aguarde que faremos contato em breve.