Concurso da Câmara tem salário a
partir de R$ 26,1 mil para 140 vagas imediatas
Inscrições para o concurso da
Câmara dos Deputados são feitas pela internet, e taxa parte de R$ 95. [Imagem: 6.jul.2023 - Cláudio
Reis/Estadão Conteúdo]
A
Câmara dos Deputados publicou na quarta-feira (23) os editais do concurso
público para preencher 140 vagas imediatas, além do cadastro de reserva. Os
salários vão de R$ 26,1 mil a R$ 34,8 mil, a depender do cargo. As provas estão
previstas para dezembro.
Como
se inscrever
Inscrições
são feitas pela internet e começam na segunda-feira (28 de agosto). Os candidatos podem
se inscrever pelo site da FGV Conhecimento a partir das 16h do próximo dia 28
até as 16h de 4 de outubro. As provas estão previstas para os dias 3 e 10 de
dezembro.
Taxa
de inscrição pode ser paga em lotéricas e Correios ou pela internet. Para a
maior parte dos cargos de Analista Legislativo, a taxa de inscrição é de R$ 95.
Apenas para o cargo de Analista Legislativo - Consultoria o valor é de R$ 120.
O candidato deve baixar e pagar a GRU (Guia de Recolhimento da União) em casas
lotéricas, nos Correios ou pela internet.
Todas
as vagas são para trabalhar em Brasília. As provas, por sua vez, acontecem em
todas as capitais do Brasil. Além
das 140 vagas imediatas, Câmara quer preencher cadastro de reserva. O prazo de
validade do concurso é de dois anos, prorrogáveis por mais dois. Isso significa
que os inscritos aprovados podem ser convocados a qualquer momento dentro deste
período.
Vagas
e salários
Todas
as vagas são para o cargo de Analista Legislativo, com salário inicial de R$
26.196,30. Veja todas as atribuições e faixas de remuneração:
Analista
Legislativo - Contador, Informática Legislativa, Técnico em Material e
Patrimônio, Assistente Social, Enfermeiro, Farmacêutico ou Técnica Legislativa
(40h/semana): R$ 26.196,30.
Analista
Legislativo - Médico (30h/semana): R$ 26.196,30. Analista Legislativo -
Consultor Legislativo ou Consultor de Orçamento e Fiscalização Financeira
(40h/semana): R$ 34.812,19.
De
todas as 140 vagas disponíveis, 20% serão destinadas a candidatos negros.
Outros 5% serão reservadas a candidatos com deficiência.
Pré-requisitos
Todas
as vagas exigem formação em curso superior registrado no Ministério da
Educação. Para alguns dos cargos, é necessária graduação em áreas específicas.
Confira:
Qualquer
curso superior: Analista Legislativo - Informática Legislativa, Técnico em
Material e Patrimônio, Técnica Legislativa, Consultor Legislativo ou Consultor
de Orçamento e Fiscalização Financeira
Formação
em Ciências Contábeis: Analista Legislativo - Contador
Formação
em Serviço Social: Analista Legislativo - Assistente Social
Formação
em Enfermagem: Analista Legislativo - Enfermeiro
Formação
em Farmácia: Analista Legislativo - Farmacêutico
Formação
em Medicina: Analista Legislativo - Médico
Apenas
os aprovados maiores de 18 anos podem assumir o cargo, se aprovados. Também é
preciso estar quite com suas obrigações eleitorais e militares.
Concurso da Câmara tem salário a partir de R$ 26,1 mil para 140 vagas imediatas
Inscrições para o concurso da Câmara dos Deputados são feitas pela internet, e taxa parte de R$ 95. [Imagem: 6.jul.2023 - Cláudio Reis/Estadão Conteúdo]
A Câmara dos Deputados publicou na quarta-feira (23) os editais do concurso público para preencher 140 vagas imediatas, além do cadastro de reserva. Os salários vão de R$ 26,1 mil a R$ 34,8 mil, a depender do cargo. As provas estão previstas para dezembro.
Como
se inscrever
Inscrições são feitas pela internet e começam na segunda-feira (28 de agosto). Os candidatos podem se inscrever pelo site da FGV Conhecimento a partir das 16h do próximo dia 28 até as 16h de 4 de outubro. As provas estão previstas para os dias 3 e 10 de dezembro.
Taxa de inscrição pode ser paga em lotéricas e Correios ou pela internet. Para a maior parte dos cargos de Analista Legislativo, a taxa de inscrição é de R$ 95. Apenas para o cargo de Analista Legislativo - Consultoria o valor é de R$ 120. O candidato deve baixar e pagar a GRU (Guia de Recolhimento da União) em casas lotéricas, nos Correios ou pela internet.
Todas as vagas são para trabalhar em Brasília. As provas, por sua vez, acontecem em todas as capitais do Brasil. Além das 140 vagas imediatas, Câmara quer preencher cadastro de reserva. O prazo de validade do concurso é de dois anos, prorrogáveis por mais dois. Isso significa que os inscritos aprovados podem ser convocados a qualquer momento dentro deste período.
Vagas
e salários
Todas as vagas são para o cargo de Analista Legislativo, com salário inicial de R$ 26.196,30. Veja todas as atribuições e faixas de remuneração:
Analista
Legislativo - Contador, Informática Legislativa, Técnico em Material e
Patrimônio, Assistente Social, Enfermeiro, Farmacêutico ou Técnica Legislativa
(40h/semana): R$ 26.196,30.
Analista Legislativo - Médico (30h/semana): R$ 26.196,30. Analista Legislativo - Consultor Legislativo ou Consultor de Orçamento e Fiscalização Financeira (40h/semana): R$ 34.812,19.
De todas as 140 vagas disponíveis, 20% serão destinadas a candidatos negros. Outros 5% serão reservadas a candidatos com deficiência.
Pré-requisitos
Todas as vagas exigem formação em curso superior registrado no Ministério da Educação. Para alguns dos cargos, é necessária graduação em áreas específicas. Confira:
Qualquer
curso superior: Analista Legislativo - Informática Legislativa, Técnico em
Material e Patrimônio, Técnica Legislativa, Consultor Legislativo ou Consultor
de Orçamento e Fiscalização Financeira
Formação
em Ciências Contábeis: Analista Legislativo - Contador
Formação
em Serviço Social: Analista Legislativo - Assistente Social
Formação
em Enfermagem: Analista Legislativo - Enfermeiro
Formação
em Farmácia: Analista Legislativo - Farmacêutico
Formação
em Medicina: Analista Legislativo - Médico
Apenas os aprovados maiores de 18 anos podem assumir o cargo, se aprovados. Também é preciso estar quite com suas obrigações eleitorais e militares.
Quanto
você deve investir e onde aplicar seu dinheiro para ter renda de R$ 5.000 por
mês?
É preciso saber como mitigar os riscos nos investimentos. [Imagem: Popular Blog]
O colunista do UOL, Silvio Crespo dá algumas dicas de qual o mínimo para necessário e os riscos que se corre com algumas modalidades de fundos. O jornalista mostra quanto dinheiro uma pessoa deveria aplicar para receber esse valor na sua conta bancária, comparando investimentos de baixo, médio e alto risco.
Baixo
risco
Caso não queira correr riscos, o investidor precisa ter um total de R$ 1,5 milhão para receber um rendimento médio de R$ 5.000 por mês, já descontando a inflação e o Imposto de Renda. O investimento usado na simulação foi o título do Tesouro Direto chamado Tesouro IPCA 2055. Esse papel paga juros semestralmente. Com um total de R$ 1,5 milhão aplicado, a tendência é receber cerca de R$ 60 mil por ano, o que dá uma média de R$ 5.000 por mês, já descontado o IR e a inflação.
É possível que você já tenha visto simulações indicando que seria preciso ter bem menos dinheiro para gerar essa renda sem correr riscos. Por exemplo, bastaria cerca de R$ 700 mil. O problema é que, em geral, as pessoas se esquecem de descontar a inflação.
Com R$ 700 mil aplicados em renda fixa é possível obter um rendimento médio de R$ 5.000 por mês, dos quais, no entanto, cerca de metade (R$ 2.500 por mês) é apenas a correção da inflação. Então, esse rendimento real é de R$ 2.500 e não R$ 5.000. No caso, considerei uma inflação de 3,5% ao ano, que é a previsão de analistas consultados pelo Banco Central para longo prazo.
Risco
médio
Para obter uma rentabilidade maior, é possível aplicar em fundos de investimento imobiliário (FIIs), que hoje têm rendido acima de 8% ao ano. Com isso, seria necessário ter cerca de R$ 750 mil nesses ativos para obter uma renda mensal de R$ 5.000. Os rendimentos de FIIs, atualmente, são isentos de Imposto de Renda. Aqui, o importante é saber que existem riscos. Se um fundo hoje está pagando 8% ao ano, nada garante que continuará assim a longo prazo. Essa porcentagem pode tanto aumentar quanto diminuir. Em casos extremos e raros, pode chegar a zero.
No entanto, o risco não precisa ser algo que impeça você de investir. Em vez disso, o melhor é saber como mitigá-lo e uma forma clássica de fazer isso é dividir o seu investimento em diversos fundos imobiliários. Um patrimônio de R$ 750 mil poderia ser tranquilamente distribuído entre sete FIIs diferentes. Exemplo, R$ 100 mil; R$ 150 mil; R$ 80 mil; R$ 90 mil; R$ 100 mil; R$ 130 mil; R$ 100 mil.
Dessa forma, se um deles tiver problema e reduzir muito o rendimento, a queda representará uma parte pequena da sua renda total.Outro ponto relevante para reduzir os riscos é escolher bem os fundos. FIIs que tenham apenas um imóvel acabam representando um risco muito grande. O ideal é buscar aqueles que possuem diversos imóveis.
Alto
risco
Para quem está disposto a correr riscos, é possível obter, hoje, uma renda média de R$ 5.000 por mês com um patrimônio de R$ 600 mil, aproximadamente, em ações de empresas que pagam dividendos. Nesse cálculo, considerei cinco ações que estão hoje com um retorno em dividendos relativamente alto:
Gerdau (GGBR3): 14,31%;
Bradespar (BRAP4): 12,87%;
Taesa (TAEE11): 10,77%;
Banco do Brasil (BBAS3): 9,29%;
Santander (SANB11): 7,26%.
Um investimento de R$ 580 mil dividido nessas cinco empresas pode dar um retorno de R$ 60 mil nos próximos 12 meses, desde que essas companhias continuem distribuindo dividendos no mesmo ritmo do último ano. No entanto, assim como nos FIIs, no mercado de ações existem riscos, e são maiores. As chances de que uma determinada empresa reduza drasticamente, ou mesmo suspenda, a distribuição de dividendos são bem mais elevadas. Por isso, no caso do mercado de ações, a diversificação deve ser feita com muito cuidado, de preferência com ajuda de um especialista.
Esta matéria não é um relatório de análise, recomendação de investimento ou oferta de valor mobiliário. O texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista Silvio Crespo. Segundo ele, obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Alguma dúvida acesse a página dele no Instagram neste endereço: https://www.instagram.com/silviocrespo/
<<<<<<<<<<<<<<<<<investimentos>>>>>>>>>>>>>>>>>
MEC divulga resultado da primeira chamada do Prouni
O Ministério da Educação divulgou na terça-feira
(4), em Brasília, o resultado da primeira chamada do Programa Universidade para
Todos (Prouni). O estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal de até
1,5 salário mínimo por pessoa.
Os interessados
em participar do processo seletivo do segundo semestre de 2023 devem acessar o
Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. Foram disponibilizadas 276.566
bolsas - 215.530 integrais e 61.036 parciais - em cursos de graduação e cursos
superiores sequenciais de formação específica.
Exigência
Para a bolsa
parcial, a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos
por pessoa. Para ter acesso à bolsa integral, o estudante deve comprovar renda
familiar bruta mensal de até 1,5 salário mínimo por pessoa. Desde 1º de maio, o
salário mínimo no Brasil é de R$ 1.320.
Para fins de
classificação e eventual pré-seleção no Prouni, o ministério utiliza a edição
do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em que o participante obteve o melhor
desempenho.
<<<<<<<<<<<<<<<<<prouni2023>>>>>>>>>>>>>>>>>
Alemanha abre as
portas para cuidadores e enfermeiros brasileiros
O governo alemão está de olho nos enfermeiros e cuidadores brasileiros. Motivo: por lá tem trabalho sobrando para esses profissionais. Para cada enfermeiro em busca de emprego na Alemanha, existem três vagas em aberto.
No início da semana, Brasil e Alemanha reforçaram uma parceria para recrutamento de mão de obra qualificada. O ministro do trabalho alemão, Humbertus Heil assinou em Brasília, juntamente com o ministro do trabalho brasileiro Luís Marinho um compromisso para simplificar o processo e estimular o intercâmbio de trabalhares qualificados.
Qualidade de vida, segurança e melhores salários estão entre as vantagens apontadas para quem já vive e trabalha na Alemanha, nessa área. "O salário é de € 3,2 mil (três mil e duzentos euros) – cerca de R$ 18,6 mil - depois do reconhecimento do diploma. Você não precisa trabalhar em dois ou três empregos que nem no Brasil", afirma a enfermeira brasileira Thaiza Farias, que já está há sete anos na Alemanha.
Mas ela também aponta algumas desvantagens. "Você vai reconhecer o seu diploma aqui como Ausbildung que é curso técnico profissionalizante (technische Ausbildung, Berufsausbildung oder Technikerausbildung), e você não vai reconhecer o seu diploma direto como Bachelor (bacharelado). E outra desvantagem também, muitas vezes, é que precisamos trabalhar vários plantões seguidos, diretos, sem descanso, sem folga", completa.
O site do governo alemão (https://www.arbeitsagentur.de) traz informações importantes, que o interessado, em busca de alguma vaga, pode traduzir para o português. Na plataforma é possível se inscrever para o processo seletivo e candidatar-se a uma bolsa de estudos.
O setor de saúde alemão é um dos que mais sofrem com a falta de mão de obra especializada. Clique no link acima e acesse o site do governo alemão para obter todas as informações.
<<<<<<<<<<<<<<<<<oportunidade>>>>>>>>>>>>>>>>>
Alemanha quer brasileiros para trabalhar em várias áreas
Imagem: Fran Santiago/Getty Images
Alemanha enviou representantes ao Brasil para aumentar a busca por trabalhadores.
Vários problemas é a causa do déficit de mão de obra naquele país, como o envelhecimento populacional e as baixas taxas de natalidade, o que levou o ministro alemão do Trabalho, Hubertus Heil, a afirmar ao jornal Financial Times que a Alemanha terá um déficit de sete milhões de trabalhadores até 2035, se nada for feito". A Alemanha já tem envidado esforços, nos últimos anos, para atrair imigrantes estrangeiros como forma de suprir sua demanda por mão de obra.
Por esse motivo, uma comitiva do governo alemão aterrissou no Brasil no
domingo, 4 de junho. O grupo, encabeçado por Heil e pela ministra do Exterior
da Alemanha, Annalena Baerbock, tem como principal tema atrair profissionais
brasileiros.
Um dos setores que mais atrai mão de obra estrangeira para a Alemanha é
o da saúde - a falta de
profissionais de enfermagem e cuidadores (leia matéria acima) é tão grave que
está levando ao fechamento de algumas clínicas. Mas não para por aí.
Há também oportunidades para engenheiros, programadores e especialistas
em TI, arquitetos, acadêmicos e professores do ensino fundamental, por exemplo.
Há muitas portas abertas para brasileiros, o que ficou confirmado pela vinda
da comitiva do governo alemão ao Brasil. Mas, por causa de todo o processo -
que pode incluir vistos, reconhecimento de diploma e traduções juramentadas,
entre outras burocracias -, o caminho pode parecer tortuoso. Para ajudar os
brasileiros interessados em buscar uma chance em terras alemãs, a DW
fez um passo a passo do que é
preciso saber e de onde buscar apoio.
Onde há muita escassez?
A Agência Federal de Emprego em Nuremberg (sudeste
da Alemanha), publicou em sua análise da escassez de mão de obra qualificada em
2022 que, em um ano, o número de profissões afetadas pela escassez aumentou
25%.
Houve escassez de profissionais de enfermagem,
motoristas, assistentes médicos, bem como no setor de construção, na área de
creches, engenharia automotiva e TI. Em comparação com o ano
anterior, entraram na lista os serviços de hotelaria e gastronomia,
construção metálica e condução de ônibus.
Quais os vistos
possíveis para quem quer trabalhar na Alemanha?
Brasileiros que não tenham dupla nacionalidade europeia precisam de um
visto para trabalhar na Alemanha. Para isso, há dois caminhos: o profissional
pode conseguir um visto para procurar emprego no país por um máximo de 180
dias, ou viajar para o país europeu após ter recebido uma oferta de emprego,
ainda no Brasil, por um empregador alemão.
Regulamentado por lei em 2020, o visto para procura de emprego exige que
o profissional tenha formação acadêmica ou profissional reconhecida na
Alemanha. Essa modalidade, no entanto, requer que o interessado comprove
possuir R$ 32,7 mil (6.162 euros) para todos os seis meses de busca de emprego.
Além, é claro, do comprovante de formação acadêmica.
Já o visto para atividades profissionais requer, primeiramente, que o
profissional já tenha uma oferta de trabalho concreta na Alemanha. Para ele, é
preciso também ter o diploma reconhecido - um dos passos mais importantes e
complexos do processo.
Como comprovar e
validar o diploma brasileiro para trabalhar na Alemanha?
Primeiro, é preciso saber se a profissão é reconhecida na Alemanha.
Depois, é feita a comparação de carga horária e currículo entre a formação
brasileira e no país europeu. Se o interessado tiver um diploma com menos horas
teóricas ou práticas que o exigido na Alemanha, isso terá de ser complementado
com aulas ou um estágio.
Mas não é só isso. O diploma também precisa ser traduzido para o alemão
por um tradutor juramentado no Brasil e apostilado, ou seja, ter um selo que
valida a autenticidade do documento.
"Em países que não fazem
parte da União Europeia (UE), qualquer profissional qualificado precisa, entre
os requisitos básicos de visto, ter o diploma reconhecido na Alemanha. Esse é o
primeiro passo", explica Patrícia Caires, diretora de formação
profissional da Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo. Segundo ela, todo o
processo dura em torno de três meses após a entrega dos documentos.
O processo pode ser feito tanto com diplomas de graduação ou de ensino
técnico ou profissionalizante. "Existe
uma necessidade e demanda nessas áreas técnicas, de ensino profissionalizante -
profissionais de elétrica, mecatrônica, motoristas de ônibus e de outros
veículos são alguns exemplos de demandas por mão de obra na Alemanha, além da
área de saúde", diz Caires. Segundo ela, são cerca de 350 profissões
do modelo profissionalizante regulamentadas no país europeu. "Metade disso é muito procurada",
diz.
Para ajudar no processo de validação, a Câmara Brasil-Alemanha de São
Paulo oferece, desde 2020, o programa ProRecognition, que é promovido pelo
Ministério
de Educação e Pesquisa alemão e pela Confederação Alemã das Câmaras de
Indústria e Comércio (DHIK). O projeto orienta gratuitamente e de forma
individual o profissional que queira reconhecer o diploma na Alemanha. Após o
reconhecimento, o projeto ajuda a encontrar um emprego por meio de agências de
trabalho e emprego localizadas na Alemanha. Os requisitos para receber essa
orientação são ter uma formação universitária ou técnica completa e
conhecimentos básicos de alemão.
É preciso falar
alemão para trabalhar na Alemanha?
Há várias respostas para essa pergunta. Em condições ideais, conseguir
entender alguma coisa e ser capaz de participar de conversas, mesmo que
básicas, no idioma de Goethe −
Johann Wolfgang von Goethe foi um
polímata, autor e estadista alemão do Sacro Império Romano-Germânico que também
fez incursões pelo campo da ciência natural. Como escritor, Goethe foi uma das
mais importantes figuras da literatura alemã e do Romantismo europeu, nos
finais do século XVIII e inícios do século XIX -, abre muitas portas para o
profissional - principalmente nos primeiros contatos com um provável
empregador. Para algumas profissões, é também requisitado pelo menos algum
nível de proficiência comprovada, por certificados oficiais.
"Recebemos muito essa
pergunta - mas precisa mesmo falar alemão? Dá pra se virar com o inglês?",
conta Carla Pereira, gerente do projeto Pré-Integração no Brasil do Goethe-Institut.
O projeto, que é gratuito e cofinanciado pela União Europeia, auxilia
em todos os processos as pessoas que já tenham tomado a decisão de viver na
Alemanha, preparando para a vida cotidiana e profissional. O Pré-Integração
está aberto a pessoas de todo o país.
Segundo Pereira, o idioma é um enorme facilitador. Em áreas com alta
demanda por profissionais, como de tecnologia
de informação (TI) e programação, é possível conseguir trabalho sem falar
alemão. Isso, no entanto, complica a integração cultural no novo país.
"Se não tiver o alemão ou se
predispor a aprender o idioma estando lá, o processo de integração vai ser
muito mais difícil - e mesmo a escalada na empresa que você está. Quem faz a
escolha de se mudar para a Alemanha sabe que a vida vai ficar muito mais fácil
quando puder se comunicar na língua local", diz.
Para a maioria das profissões, a exigência é o nível intermediário do
idioma, B1 ou B2, comprovado por meio de certificado oficial de idioma. Já para
quem quer trabalhar com ensino, medicina ou direito, o requisito pode chegar ao
nível avançado ou fluente (C1-C2). "Embora
o inglês seja universal, saber só ele é ruim para a integração. É importante,
para quem quer ir para a Alemanha, se inscrever no curso de alemão, tentar
aperfeiçoá-lo - por mais que o empregador
esteja precisando, é um risco para ele trazer uma pessoa que não tenha esse
conhecimento", explica Patrícia Caires, da Câmara Brasil-Alemanha.
Onde procurar um
emprego na Alemanha?
Para quem está no Brasil, o próprio governo da Alemanha oferece o site Make
it in Germany, com informações e busca de empregos. A Agência
Federal de Emprego (Bundesagentur für Arbeit) também tem um site
próprio com vagas disponíveis. A União Europeia também oferece um serviço
semelhante.
Para os profissionais que se decidirem por buscar emprego após a mudança
para a Alemanha, há também feiras de emprego e agências de trabalho. No
entanto, é preciso ficar ligado para não cair em "contos do vigário".
"Tem muita agência recrutadora que
não é séria. Por isso, procuramos informar as pessoas para que elas sigam com
segurança na busca delas", explica Carla Pereira, do Projeto
Pré-Integração.
Canais de busca de
oportunidades na Alemanha
Site do governo alemão com informações gerais sobre emprego no país e busca de vagas.
Site da União Europeia com busca de vagas de emprego.
Site oficial da Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo.
Informações e projetos do Goethe-Institut Brasil para quem quer viver e trabalhar na Alemanha.
<<<<<<<<<<<<<<<<<oportunidade>>>>>>>>>>>>>>>>>
Brasil exportará para China sem passar por dólar
Os exportadores brasileiros não precisarão passar pelo dólar para fazer
suas transações comerciais com a China. Um acordo entre os dois bancos centrais
foi anunciado pelo Ministério da Fazenda, durante um seminário em Pequim, na quarta-feira (28). Segundo o governo, bancos brasileiros também poderão passar a
usar o sistema de pagamentos da China.
"Esse é um esforço para reduzir os custos de transação", disse
Tatiana Rosito, secretária de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda.
O evento estava sendo organizado para
marcar a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na China, com o
envolvimento de mais de 240 empresários. Mas, por conta pneumonia Lula foi
obrigado a adiar a viagem.
Praticamente todos os anúncios que
seriam feitos pelo governo foram também adiados, inclusive tratados sobre
tecnologia. Mas, durante a abertura do encontro, o governo federal explicou que
o novo entendimento cambial tem como meta ajudar a reduzir os custos entre os
dois países.
Não se
trata de uma obrigação. Para o exportador que
desejar, o comércio pode continuar sendo realizado em dólares. Mas para aqueles
que optarem por realizar a venda entre reais e Renminbi, uma espécie de caixa
será estabelecida no Brasil para garantir a conversão e a liquidez entre as
duas moedas.
A "clearing house" deve
ser estabelecida em um banco chinês no Brasil, que passou a ser designado pelo
BC de Pequim. (Abaixo há uma matéria explicando o que é "clearing
house"). A China conta com o mesmo sistema em diversos países do
mundo, entre eles Chile e Argentina.
Se a meta é reduzir os custos da
transação, Pequim considera tal iniciativa como uma tentativa de reduzir sua
dependência e exposição em relação à moeda americana, principalmente diante da
tensão cada vez maior entre os EUA e a China na disputa pela hegemonia em
diversas regiões.
Segundo o Ministério da Fazenda, a
iniciativa já tinha sido fechada entre os dois bancos centrais no final de
janeiro. Mas só agora está sendo anunciada.
Outro acordo permitirá ainda que
bancos brasileiros possam participar do sistema de pagamentos no mercado
financeiro chinês. A China é o maior destino das exportações nacionais, com um
peso determinante para o superávit comercial do Brasil.
Crédito chinês
Outro aspecto da aproximação entre
Brasil e China pode acontecer por meio do BNDES (Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social), que costura um acordo para ter acesso a
créditos asiáticos e financiar projetos no Brasil, tanto no que se refere à
infraestrutura como à transição energética.
O entendimento está em sua fase final
e poderia ter sido assinado durante a visita de Lula nesta semana. Na comitiva
do presidente também estaria o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante. Mas a
decisão dos governos do Brasil e da China foi a de suspender os anúncios.
Natália Dias, diretora de Mercado de
Capitais do BNDES, afirmou na segunda-feira em Pequim que o atual desembolso do
banco é de R$ 100 bilhões. Isso representa 0,7% do PIB nacional e bem abaixo da
média do que era destinado pela instituição para a economia brasileira.
A meta é a de chegar a 2% do PIB, o
que significaria ultrapassar a marca de R$ 200 bilhões. Um dos caminhos,
segundo ela, é na busca de acordos bilaterais ou com instituições
multilaterais.
Natália Dias ainda aponta que
existem, em processo de negociação, um volume de US$ 5 bilhões em empréstimos
bilaterais. Metade desse valor viria de bancos asiáticos.
No caso chinês, a ideia é de que o
financiamento também poderia auxiliar a alavancar projetos de infraestrutura
que estão sendo liderados por empresas de Pequim e que, hoje, o Brasil ainda
não tem como viabilizar.
Clearing House: conheça as câmaras de liquidação e compensação
No ambiente atual dos investimentos, é
preciso que os investidores procurem se atentar o quanto antes à maior
quantidade de expressões possíveis presentes no mercado e, nessa conjuntura, o
termo Clearing House se faz presente bem intensamente.
Mesmo assim, é
muito baixo ainda a quantidade de pessoas que aplicam seus recursos que
desconhecem o termo Clearing House,
fato esse que expressa de maneira bastante direta o atual patamar de
educação financeira financeira presente no Brasil, como um todo.
O que é Clearing House?
Clearing
House (em português, Câmara
de Compensação) é um sistema criado para viabilizar a relação entre
compradores e vendedores em um mercado financeiro, registrando e processando as
transações existentes, de modo a viabilizar o Sistema de
Pagamentos Brasileiro (SPB). Nesse contexto, o seu principal objetivo
é reduzir ao máximo os riscos de liquidação das operações financeiras.
Ou
seja: tem como função garantir que os ganhos provenientes aos investidores
sejam recebidos. Também garante que as operações de compra e venda serão
devidamente liquidadas nas condições e prazos estabelecidos no ato do
acordo.
Qual é o objetivo da Clearing House?
Primeiramente, o objetivo do clearing house é dar transparência ao mercado, aumentando a confiança e segurança do ambiente de finanças no país. Assim, eles reduzem o risco de liquidação em operações financeiras, tendo o papel de garantir que a compra e venda de um ativo estão sendo executadas e liquidadas de forma correta: nas condições e prazos estabelecidas entre as partes.
Portanto, fica claro que o objetivo das câmaras de compensação é dar condições para que os negócios e transações ocorram da melhor forma possível. Em outras palavras, Clearing Houses devem registrar, custodiar e também liquidar títulos e valores mobiliários.
Por sua vez, esses podem ser devidamente transacionados pelos operadores do mercado financeiro, ou seja, os investidores. Dessa forma, o seu propósito também é garantir segurança, velocidade e transparência para as operações. Tudo isso mediante a um sistema compensação eletrônico que chama para si a responsabilidade pela liquidação dos negócios.
Clearing House no Brasil
De fato, as câmaras de compensação operam segundo os tipos de títulos sob a custódia dos investidores. Por exemplo: existe a Selic para os títulos públicos, a Cetip para títulos privados e a CA para ações e ativos de renda variável. A clearing house mercado financeiro é fundamental para a economia.
Ainda, as Clearing
Houses visam fornecer a garantia aos investidores de que seus
ativos financeiros estão, de fato,
seguros. Portanto, essas instituições contribuem para o aumento e a
disseminação da transparência do mercado financeiro, de uma maneira geral e
ampla.
Isso, de um modo direto, contribui para o desenvolvimento do mercado, fazendo com que os investidores se sintam resguardados e até mesmo mais seguros no que diz respeito às suas aplicações financeiras.
Exemplos de Clearing House no Brasil
No Brasil, existem três grandes e principais Clearing Houses: a Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódia), que faz o registro, a liquidação e a custódia de Títulos Públicos Federais; o Cetip (Central de Liquidação e Custódia de Títulos); a CA (Câmara de Ações), a antiga CBLC, que faz o registro, a liquidação e a custódia das ações que os investidores compram e vendem na bolsa de valores.
O Cetip (Central de Liquidação e Custódia de Títulos), faz o registro, a liquidação e a custódia de Títulos Privados. Essa Clearing House B3 é fundamental para omercado privado de títulos. Como exemplo de ativos liquidados e custodiados pela Cetip, é possível citar o CDB, CDI, Debêntures, LCI e LCA.
Por fim, há também
a CA (Câmara de Ações), a antiga CBLC, que faz o registro, a liquidação e a
custódia das ações que os investidores compram e vendem na bolsa de valores.
Quanto aos Títulos Públicos Federais temos, por exemplo a Selic (LFT); Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTNF); Tesouro IPCA+ (NTNB Principal) e Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTNB).
Conclusão
Primeiramente,
fica claro que essas Câmaras de Liquidação fornecem um tipo de respaldo aos
investidores. No entanto, isso não exclui a importância e a extrema necessidade
de se avaliar cautelosamente o ativo financeiro que se tenha interesse antes
de fato, aplicar ali recursos financeiros.
Portanto, a depender da instituição que fornece um título, o risco de recebimento existe caso o mesmo não seja garantido pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Dessa forma, fica claro que é preciso estudar com profundidade os ativos financeiros no qual se pretende investir para, assim, tomar boas decisões de investimento.
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